Lugar de Comunhão e Gratidão

O Pastor que eu gostaria de ter

08.04.2011 08:26

 

O PASTOR QUE EU GOSTARIA DE TER

“E dar-vos-ei pastores segundo o meu coração”  (Jer. 3:15)

Pr. Estevam Fernandes de Oliveira

 

INTRODUÇÃO:

Gostaria de me colocar no lugar das “ovelhas”, me sentir uma delas e, nesta condição, eu me perguntar: Que pastor eu gostaria de ter?

I – UM PASTOR QUE ME INSPIRASSE A UMA VIDA ESPIRITUAL MAIS PROFUNDA.

“Tu, porém, permanece naquilo que aprendeste, e de que foste inteirado, sabendo de quem o tens aprendido. E que desde a tua meninice sabes as sagradas Escrituras, que podem fazer-te sábio para a salvação, pela fé que há em Cristo Jesus. Toda a Escritura é divinamente inspirada, e proveitosa para ensinar, para redargüir, para corrigir, para instruir em justiça.” (2ª Tim. 3:14-16)

o   Um modelo de vida com Deus;

o   Uma vida de piedade cristã:  Oração, Estudo, Serviço e Santidade.

o   Uma vida apaixonada por Deus.

 

II - UM PASTOR QUE CAMINHASSE COMIGO NOS CORREDORES DA VIDA.

Tu, porém, tens seguido a minha doutrina, modo de viver, intenção, fé, longanimidade, amor, paciência, perseguições e aflições tais quais me aconteceram em Antioquia, em Icônio, e em Listra; quantas perseguições sofri, e o Senhor de todas me livrou; e também todos os que piamente querem viver em Cristo Jesus padecerão perseguições. (2ª Tim. 3:10-12)

o   Não só no púlpito;

o   Não só aos domingos;

o   Não só nas questões teológicas;

o   Mas no dia-a-dia;

o   Uma mão amiga, um amigo de Deus!

 

III-UM PASTOR QUE ME INSPIRASSE E ORIENTASSE   A TER UMA VIDA DE SANTIDADE

“De sorte que, se alguém se purificar destas coisas, será vaso para honra, santificado e idôneo para uso do Senhor, e preparado para toda a boa obra. Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor.” (2ª Tim. 2:21-22)

 

o   Não fingisse que não ver meus erros;

o   Não me negasse a correção;

o   Falasse-me de um Deus que é amor, graça,  bondade e, também, justiça e santidade.

 

IV - UM PASTOR QUE NÃO NEGASSE A SUA  HUMANIDADE.

“Foge também das paixões da mocidade; e segue a justiça, a fé, o amor, e a paz com os que, com um coração puro, invocam o Senhor. E rejeita as questões loucas, e sem instrução, sabendo que produzem contendas. E ao servo do Senhor não convém contender, mas sim, ser manso para com todos, apto para ensinar, sofredor; instruindo com mansidão os que resistem, a ver se porventura Deus lhes dará arrependimento para conhecerem a verdade, e tornarem a despertar, desprendendo-se dos laços do Diabo, em que à vontade dele estão presos”. (2ª Tim. 2:22-26)

o   Me pedisse oração;

o   Pedisse perdão, quando fosse necessário ;

o   Um “homem” espiritual, e não um homem  “travestido” de anjo;

o   A encarnação da graça, sem abrir mão da sua  humanidade.

 

V - UM PASTOR APAIXONADO PELO REINO DE DEUS

 

“Ninguém que milita se embaraça com negócios desta vida, a fim de agradar Àquele que o alistou para a guerra.” (2ª Tim. 2:4)

 

o   Os valores do Reino;

o   As suas “ovelhas”. A igreja;

o   A sua Palavra;

o   As suas prioridades;

o   Não um “profissional” da fé, mas um  embaixador de Cristo.

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